Nos últimos dois anos, testei basicamente tudo o que é ferramenta de escrita com IA: algumas viraram parte do meu dia a dia, outras eu cancelei depois de uma semana. Nesta avaliação, vou focar menos em hype e mais no que interessa: quem realmente ajuda a escrever melhor e mais rápido.
Como Testei as Ferramentas
Usei cada ferramenta em três cenários reais:
- ✏️ Escrever artigos longos (acima de 1.500 palavras)
- 📧 Revisar e-mails importantes para clientes
- 📱 Criar posts curtos para redes sociais
Nada de teste de laboratório. Foi uso diário mesmo, com prazo apertado e cabeça cheia.
Os Principais Tipos de Ferramenta
Embora existam dezenas de nomes, na prática elas caem em três categorias:
- Assistentes gerais de escrita: servem para tudo, de blog a e-mail.
- Ferramentas focadas em marketing: pensadas para landing page, anúncio, copy.
- Extensões de revisão: focam em gramática, clareza e tom.
Forças e Limites na Vida Real
O lado bom: a IA realmente ajuda a sair do “branco” da página, sugerir estrutura e gerar rascunhos. O lado ruim: quando você deixa a ferramenta escrever tudo sozinha, o texto fica com a mesma cara genérica de sempre.
O que funcionou melhor para mim foi a combinação:
- Eu defino a ideia, a estrutura e o tom.
- A IA ajuda a expandir parágrafos, sugerir exemplos e reescrever trechos.
- No final, faço uma revisão humana agressiva.
Quando Vale Pagar por uma Ferramenta de IA
Se você escreve profissionalmente (blog, newsletter, roteiros, relatórios), um bom plano pago se paga rápido. A diferença de qualidade, estabilidade e recursos entre o plano gratuito e o pago é bem visível.
Agora, se você só precisa de ajuda ocasional para e-mails ou textos curtos, dá tranquilamente para ficar em um ou dois planos grátis bem usados.
💡 Conclusão
Use as ferramentas de IA como copiloto, não como piloto. Deixe que elas cuidem do trabalho bruto (rascunhos, variações, ajustes de tom) enquanto você foca em estratégia, experiência real e opinião própria. É aí que a combinação realmente entrega resultado.