Planilhas no Google Drive, fotos no iCloud, backups no OneDrive… quando percebi, meus arquivos estavam espalhados em quatro nuvens diferentes. Foi aí que decidi colocar ordem na casa e revisar, na prática, os principais serviços.

O Que Mais Importa na Hora de Escolher

Preço por GB é importante, mas não é tudo. Na rotina, o que mais pesou para mim foi:

  • 📂 Integração com os apps que uso no dia a dia
  • 📱 Qualidade dos apps móveis e desktop
  • 🔐 Recursos de segurança e recuperação de arquivo
  • 🌍 Facilidade para compartilhar com clientes e equipe

Experiência de Uso

Na vida real, as diferenças aparecem nos detalhes:

  • Upload e sincronização: serviço que “engasga” com pastas grandes mata a produtividade.
  • Histórico de versões: já me salvou várias vezes em documentos alterados por engano.
  • Compartilhamento: link simples, com permissão clara, evita dor de cabeça.

Estratégia Híbrida: Uma Nuvem Principal + Complementos

Depois de testar bastante, cheguei a um modelo que funciona bem:

  • Definir um serviço principal para trabalho e projetos.
  • Usar um segundo serviço apenas como backup automático de fotos e arquivos críticos.
  • Evitar espalhar arquivos importantes em cinco plataformas diferentes.

💭 Opinião pessoal: O maior risco hoje não é “perder tudo”, e sim não saber onde está nada. Uma nuvem bem organizada vale mais que 2 TB dispersos.

💡 Conclusão

Escolha sua nuvem principal com base em três perguntas: com quais dispositivos você trabalha, quais apps você usa mais e com quem precisa compartilhar arquivos. Acertando isso, o resto vira detalhe técnico.