Já vi equipes perderem mais tempo discutindo qual ferramenta de gestão usar do que tocando o projeto em si. Na prática, mudar de plataforma no meio do caminho é caro e cansativo. Por isso, faz sentido pensar bem antes de escolher.
Primeiro: Que Tipo de Projeto Você Toca?
Ferramenta não existe no vácuo. Perguntas que ajudam a clarear a escolha:
- Você trabalha com tarefas repetitivas ou projetos únicos?
- O time é pequeno (2–5 pessoas) ou maior?
- Vocês precisam mais de cronograma ou de kanban visual?
- O cliente precisa acompanhar o progresso dentro da ferramenta?
Recursos que Valem Mais do que 100 Funcionalidades Extras
Na prática, estes itens fizeram mais diferença do que qualquer recurso “premium”:
- Criação rápida de tarefas, com atalho de teclado.
- Responsável + prazo claramente visíveis.
- Comentários por tarefa, em vez de tudo se perder no chat.
- Filtros simples por pessoa, status e projeto.
Erros Comuns na Escolha
Alguns padrões que vejo se repetirem:
- Escolher a ferramenta que está na moda, não a que resolve o problema.
- Começar com um setup extremamente complexo de campos, tags, automações.
- Trocar de plataforma a cada seis meses, sem consolidar um processo.
💡 Conclusão
Defina primeiro como o trabalho deve fluir (processo), depois encaixe a ferramenta em cima disso. Fazer o inverso — adaptar o time à plataforma — quase sempre termina em frustração e planilhas paralelas.