VSCode virou padrão de mercado não só porque é gratuito, mas porque é praticamente um “sistema operacional para código”. A armadilha: instalar extensão demais e transformar o editor em um parque de diversões lento.
Objetivo: um Editor que Some, Não Atrapalhe
Meu critério ao configurar o VSCode é simples:
- Ele deve abrir rápido.
- Deve ajudar a ler e escrever código com clareza.
- Deve automatizar o básico (formatação, lint, snippets).
Extensões Essenciais
Em vez de listas gigantes, mantenho um núcleo enxuto:
- Suporte a linguagens que uso de verdade.
- Ferramentas de formatação automática (prettier, por exemplo).
- Lint para pegar erros simples antes de rodar o código.
- Integração com controle de versão (Git) com visual limpo.
Atalhos e Navegação
VSCode brilha quando você domina a navegação:
- Ir para arquivo pelo nome em segundos.
- Buscar em todo o projeto com poucos cliques.
- Navegar entre definições e referências de funções.
Ambiente de Trabalho Limpo
Pequenos ajustes visuais ajudam a manter a cabeça menos carregada:
- Esconder painéis que você raramente usa.
- Configurar um tema com contraste confortável para longas sessões.
- Manter poucos arquivos abertos por vez, usando bem o histórico.
Integração com Ferramentas Externas
Uso o VSCode como hub para:
- Rode de scripts e testes diretamente no terminal integrado.
- Conectar em containers, ambientes remotos ou WSL.
- Editar arquivos de configuração do projeto sem sair do editor.
💡 Conclusão
Instale o mínimo necessário, invista em aprender atalhos e ajuste o visual para o seu gosto. Depois disso, só adicione extensões quando sentir falta de algo concreto, não porque viu uma lista bonita na internet.